Leitura Digital: Revolução em velhos conceitos
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Olá Nerds, vamos conversar?

O belíssimo e muito saudável hábito da leitura é um hobby que a milênios cativa a muitos; especialmente para ler algo de seu agrado, que não necessite um relatório escolar, ou uma literatura universitária ( que não necessariamente é ruim, mas, é algo que remete ao esforço e não ao prazer), mas sim, um título que “encarne” o prazer em meio as tantas linhas e figuras de linguagens; sim, ler nos leva a uma nova realidade, aguça a imaginação e aprimora o vocabulário.

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Com o passar dos anos, como tantas outras coisas que conhecemos, a escrita, as expressões, a linguagem e a estrutura padrão de escrita e estruturação de um livro, foram modificadas para se adequar a época e aos leitores, e podemos ressaltar o quão ler tornou-se diferente a medida com que a tecnologia industrial e tecnológica foram expandindo.

Pinceladas Históricas

Em um passado longínquo, os livros (o termo “livro” deriva do termo “papiro”) eram escritos em rolos, pergaminhos imensos vendidos por uma fortuna, se um livro tornava-se bem conceituado, como os escritos judaicos, para que outrem pudesse ter uma copia, era necessário transcrever todo o livro, nesta época e muito citados em texto bíblicos, o escribas eram homens de muito conhecimento, que dominavam a escrita e transcreviam os livros das eras antigas.

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A origem do objeto livro como conhecemos hoje, esbarra muito em termos políticos e religiosos, especialmente na Bíblia, que em 1455, graças a Johannes Gutenberg, a imprensa com peças móveis reutilizáveis ganha vida e muito trabalho, e o primeiro livro impresso nessa técnica foi a Bíblia em latim. Com o surgimento da imprensa, desenvolveu-se a técnica da tipografia, que teve o italiano Aldus Manutius como um de seus mais importantes nomes.

Nossos amados livros passaram por poucas e boas ao decorrer da história humana, isso porque, o conhecimento que estava sendo facilmente disseminada pelos povos através da produção em massa de livros, acabou incomodando grandes lideres, com isso muitos livros foram queimados, acusados de conterem heresias, e alguns, assim como a Bíblia, foram acorrentados a bibliotecas com acessos restritos e envenenados em suas folhas para que, caso algum plebeu quebrasse as regras, morresse em sua leitura.

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Todavia, as loucuras não estão mais em alta, apesar de ainda existirem, até mesmo a força da censura foi diminuída, e com a facilidade em se adquirir livros a ótimos preços, graças a internet, tudo ficou mais fácil, e sem sair de casa, o leitor pode adquiri seu exemplar.

E-Books

Com o apelo ecológico e a popularização dos dispositivos mobiles, a digitalização dos livros tornou-se uma tendencia real, não apenas escanear livros e disponibilizar PDFs para leitura, mas sim, produzir livros digitais com a mesma qualidade da mídia física, com cores de páginas, dicionário acoplado aos leitores, marcadores, possível adição de comentários e efeitos ao trocar a página, tudo para agradar o leitor.

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Criado em 1971, o livro mais cotado para ser o pai dos e-books é o livro Declaração de Independência dos Estados Unidos da América, escrito por Michael Stern Hart, e este nobre cidadão, é o mais antigo produtor de e-books do mundo e idealizador do Projeto Gutenberg, que procura digitalizar livros de domínio público para oferecê-los gratuitamente.

Graças a popularização dos e-books, hardwares e softwares que possibilitam ótimas experiências aos leitores não faltam no mercado, com a diferença do tipo do formato do livro, e é isso que irá diferenciar as experiências de leitura. A Amazon, possui seu software para leitura digital que pode ser instalado em qualquer dispositivo mobile, mas, seu carro chefe é o Kindle, dispositivo específico para leitura, que diferente de um tablet, ele da a sensação ao ler um livro de ter um livro em mãos, por conta da tecnologia simples e inovadora aplicada ao dispositivo, que vem evoluindo a cada ano. No quesito softwares, o Google Play Livros, é um concorrente direto com a Amazon, com uma imensa biblioteca e preços similares, a Google capricha no visual e nos efeitos de cada folha do livro adquirido.

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A cada dia que passa, mais apps aparecem para dar uma nova experiência ao leitor, uns com uma gama muito ampla de livros internacionais, outros a apenas com livros gratuitos e outros com conteúdos totalmente próprios e diferenciados, tudo para chamar a atenção dos leitores. Até mesmo as HQs tem um fantástico mercado nos e-books, produtoras como Marvel e DC tem seus próprios apps que possibilitas uma intensa imersão a cada balão de fala, e outros como a Nanits Comics, tentam deixar com que a leitura fique mais imersiva, com a sensação tridimensional das folha e a aplicação de sons a leitura.

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Ponto Final

A mudança do livros em decorrer das eras foi fantástica e adaptável para seus usuários, buscando expansão e um número cada vez maior no valor do produto, visando alcançar as minorias, gastando-se menos na produção de um livro, e podendo vender mais e mais barato, sim, os livro se adequaram a leitores, realidades temporais e ao mercado de venda. Porém, apesar de toda tecnologia que temos hoje, com todos o e-books e o crescimento dos áudio-books, nada se compara a ter um livro em mãos e ao cheiro de uma belo e novo exemplar.

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