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Dubladores Brasileiros: 5 Vozes Icônicas que Marcaram Gerações

Dubladores Brasileiros: As Vozes que Dão Vida aos Seus Personagens Favoritos
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Dubladores Brasileiros: As Vozes que Dão Vida aos Seus Personagens Favoritos

Já parou para pensar que seus personagens favoritos podem ter sotaque carioca, paulista ou até mineiro? Pois é, a dublagem brasileira é um show à parte, e os dubladores são os grandes astros desse espetáculo! Prepare-se para conhecer 5 vozes que marcaram a sua infância (e a de muita gente!), e que continuam fazendo a gente se emocionar, rir e até chorar. Afinal, quem nunca se arrepiou com um pelos poderes de Grayskull! ou se divertiu com um “ninguém tem paciência comigo!”? Então, bora lá conhecer os mestres da dublagem que fazem a mágica acontecer!

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Se tem uma coisa que o Brasil faz melhor que muita superprodução de Hollywood, é dublagem! Aqui, a gente não só traduz, a gente entrega uma verdadeira performance, digna de Oscar (ou pelo menos de um troféu Imprensa). É como se cada dublador fosse um alquimista da voz, transformando frases simples em bordões eternos—afinal, quem nunca soltou um

Isso, isso, isso! do Chaves ou um Pelos poderes de Grayskull! sem nem piscar? E convenhamos, se o Goku tivesse sido dublado por qualquer outro que não fosse o lendário Wendel Bezerra, talvez o Kamehameha não tivesse metade do impacto emocional que nos fez gritar junto na frente da TV.

A dublagem brasileira é tão poderosa que já virou até motivo de guerra entre otakus e fãs de animação ocidental. De um lado, a galera do legendado sempre, do outro, os defensores ferrenhos de vozes que marcaram gerações—porque, sejamos sinceros, sem a dublagem nacional, o Pica-Pau seria só um pássaro mal-humorado e não um ícone do deboche. Os dubladores brasileiros não só interpretam, mas adaptam piadas, criam bordões e nos fazem sentir que o personagem nasceu falando português. E aí, entre um Acelera, McQueen! e um Me dê o seu melhor golpe! fica a certeza: quando o assunto é dublagem, o Brasil é top 1 do ranking, sem choro nem chuunibyou! Sem mais delongas, vamos conhecer as nossas estrelas da vozes que marcaram gerações.

1. Wendel Bezerra: A Voz de Goku e Outros Ícones da Dublagem Brasileira

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Se existe um nome que poderia estar no dicionário como sinônimo de voz da nossa infância, esse nome é Wendel Bezerra! O cara não só emprestou sua voz para o Goku, nos ensinando que gritar pode sim aumentar o poder de ataque, mas também deu vida ao Bob Esponja, provando que dá para fritar hambúrguer e ser feliz morando dentro de um abacaxi. Se você cresceu nos anos 90 ou 2000, é praticamente impossível não ter ouvido o Wendel em algum momento—e se nunca ouviu, sinto muito, mas você pode estar vivendo em um genjutsu da dublagem ruim.

Além de ser a voz que ecoa em nossas batalhas imaginárias contra vilões intergalácticos, Wendel também já emprestou seu talento para galãs de Hollywood como Leonardo DiCaprio e Brendan Fraser. Ou seja, ele pode te ensinar tanto a soltar um Kamehameha quanto a sobreviver a um naufrágio no Titanic! Mas ele não parou por aí—afinal, um verdadeiro Saiyajin nunca se acomoda. O cara criou o próprio estúdio de dublagem, a UNIDUB, e ainda ensina novos talentos na Universidade de Dublagem, porque, como diria um certo mestre careca e tarado, o conhecimento deve ser passado adiante (sem as partes duvidosas, por favor).

E como se não bastasse ser um ícone da dublagem, Wendel ainda precisou enfrentar um novo tipo de inimigo: a inteligência artificial! Sim, até ele teve sua voz usada sem permissão por essas tecnologias metidas a Freeza, o que o levou a registrar um boletim de ocorrência. Porque se tem uma coisa que aprendemos com Goku, é que injustiça a gente resolve na base da determinação (e, nesse caso, da lei). Então, que fique claro: Wendel Bezerra é um verdadeiro Super Saiyajin da dublagem brasileira, e enquanto ele estiver por aí, nossa infância e adolescência continuarão sendo dubladas com a qualidade que merecem!

2. Garcia Júnior: A Voz Que Faz Você Querer Gritar Eu Tenho a Força!

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Se você cresceu nos anos 80 e 90, há grandes chances de que sua infância tenha sido moldada pela voz inconfundível de Garcia Júnior. Ele não só deu vida ao He-Man, nos ensinando que levantar uma espada e gritar bem alto pode resolver qualquer problema (menos boletos), mas também emprestou seu vozeirão para ninguém menos que Arnold Schwarzenegger. Ou seja, ele é a razão pela qual frases como Eu voltarei e Hasta la vista, baby soam muito mais imponentes no Brasil do que no original! E se isso não fosse épico o bastante, ele ainda dublou O Máscara, provando que um bom dublador pode ser tanto um brutamontes quanto um tornado de loucuras verdes.

Mas Garcia Júnior não se limitou a espalhar testosterona e piadas de máscara por aí—ele também foi a mente brilhante por trás da Disney no Brasil por 17 anos! Sim, meu amigo, quando você ouviu Simba chamando pelo Mufasa ou Aladdin pedindo um desejo para o Gênio, pode apostar que tinha um dedinho (ou uma voz) dele ali no meio. E como se comandar a dublagem da Disney não fosse o suficiente, ele ainda ajudou a manter a magia viva no Brasil, garantindo que as animações da nossa infância tivessem dublagens que marcaram tanto quanto os filmes originais.

E como todo herói que se preze, Garcia Júnior não ficou só nos estúdios—ele também se aventurou pelo rádio e pela televisão, mostrando que sua voz não tem limites! Hoje, além de continuar dublando e encantando gerações, ele trabalha como repórter e apresentador, provando que um verdadeiro mestre da voz nunca perde o brilho. Se um dia você ouvir um Eu tenho a força! ecoando do nada, pode apostar que é só mais um brasileiro nostálgico agradecendo ao Garcia Júnior por ter feito a infância de milhões ser muito mais épica!

3. Cecília Lemes: De Chiquinha a Tsunade, a Voz Que Marcou Gerações!

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Se tem uma coisa que define Cecília Lemes, além do talento absurdo, é sua capacidade de alternar entre o fofinho e o apavorante em questão de segundos! Um minuto, ela está nos fazendo rir como a inesquecível Chiquinha, a menina mais esperta (e chorona) da vila do Chaves, e no outro, está nos colocando para tremer com a poderosa Tsunade, a ninja que pode te curar ou te mandar para o hospital com um soco só! Isso sem contar a Karen, a esposa superinteresseira do Plankton, que prova que até no mundo do Bob Esponja existe golpe do baú.

Mas Cecília Lemes não parou por aí—ela também emprestou sua voz para grandes atrizes do cinema, como Meryl Streep e Anne Hathaway. Ou seja, se em algum momento você assistiu O Diabo Veste Prada e sentiu um arrepio quando Miranda Priestly disse Isso é tudo, já pode agradecer (ou temer) a Cecília! E se você cresceu nos anos 90, talvez também a tenha ouvido como Fran Fine, a babá mais extravagante da televisão, provando que sua versatilidade é tão absurda quanto um episódio de The Nanny.

E a carreira dessa lenda começou cedo—com apenas 9 anos, Cecília já estava dublando e participando de programas infantis na TV. Hoje, depois de décadas de carreira, ela continua sendo uma das vozes mais icônicas do Brasil, trazendo nostalgia para os fãs de Chaves, respeito para os fãs de Naruto e, claro, medo para quem ousar mexer com uma Hokage! Se a dublagem brasileira fosse uma vila ninja, Cecília Lemes com certeza teria o rosto esculpido no Monte Hokage da dublagem!

4. Marcelo Gastaldi: O Homem, a Lenda, o Chavinho!

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Se existe um nome que deve ser reverenciado com um sonoro Isso, isso, isso!, é o de Marcelo Gastaldi! Afinal, foi ele quem deu vida (e muita bagunça) ao Chaves no Brasil, transformando o seriado mexicano em um verdadeiro fenômeno cultural por aqui! A voz dele não era só uma dublagem, era uma obra-prima da comédia! Cada Foi sem querer querendo, cada Ninguém tem paciência comigo e cada soluço choroso do Chavinho eram interpretados com tanta perfeição que parecia que o próprio Roberto Gómez Bolaños tinha nascido falando português! E como se não bastasse ser o dono da vila com um barril de aluguel atrasado, ele ainda era o Chapolin Colorado! Sim, a voz que nos salvou de mil enrascadas com um Sigam-me os bons! era a mesma que nos fazia rir com um simples Tá, tá, tá, tá, tá….

Mas Marcelo Gastaldi não se limitou a vestir a roupa vermelha com anteninhas. O cara era uma máquina de dublagem! Além de ser o Chaves e o Chapolin, ele também foi Dartagnan em Dartagnan e os Três Mosqueteiros, mostrando que seu talento atravessava até a França do século XVII! E não para por aí: ele também trabalhou como diretor de dublagem, ajudando a trazer ao Brasil algumas das vozes mais icônicas que marcaram gerações. Ou seja, enquanto a gente assistia Chaves e Chapolin na TV, ele estava nos bastidores garantindo que todo mundo ficasse com a dublagem perfeita!

Infelizmente, Gastaldi nos deixou cedo demais em 1995, mas seu legado é eterno. A voz dele continua ecoando pelos becos da vila e nos corações dos fãs, provando que ele nunca será esquecido. Afinal, quando alguém solta um Já chegou o disco voador! ou um Suspeitei desde o princípio!, a gente sabe que, de alguma forma, Marcelo Gastaldi ainda está por aqui, nos fazendo rir como se fosse a primeira vez!

Waldyr Sant’anna: O Dono do D’oh! e Muito Mais!

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Se tem uma voz que está gravada na memória de milhões de brasileiros, essa voz é a de Waldyr Sant’anna! Afinal, ele não foi apenas um dublador, ele foi O Homer Simpson das primeiras temporadas! Cada D’oh!, cada Marge, cadê minha cerveja? e cada momento de pura genialidade burrônica do patriarca da família amarela só foram possíveis graças ao talento de Waldyr. Ele conseguiu transformar o Homer num personagem ainda mais hilário para o público brasileiro, trazendo aquela malandragem carioca e um tom tão icônico que, até hoje, quando ouvimos a voz dele, já imaginamos um sofá, uma TV e um donut flutuando no ar. Mas Sant’anna não era só Homer! Ele também dublou o Vovô Simpson (prova de que essa família sempre esteve no sangue dele) e ninguém menos que Patolino, o pato mais irritado e metido a esperto dos desenhos animados!

E se você achava que ele se limitava à comédia, está muito enganado! Waldyr também foi a voz oficial de Eddie Murphy em diversos filmes, provando que seu talento ia muito além da animação. Ele deu vida ao legendário Stan Laurel (da dupla O Gordo e o Magro), ao temível Hacker em CyberChase e até ao Sr. George Feeny, o professor mais sábio de O Mundo é dos Jovens! Isso sem contar Marvin, o Marciano, que falava baixinho, mas deixava todo mundo vidrado. Versatilidade era o segundo nome desse cara! Ele ia do humor pastelão ao drama com uma facilidade absurda, mostrando por que era um dos dubladores mais respeitados do Brasil.

Infelizmente, perdemos essa lenda em 2018, mas seu legado continua mais vivo do que nunca! Quando ouvimos um Isso é revoltante! de Patolino ou um Eu avisei, mas ninguém me ouve! do Vovô Simpson, sabemos que Waldyr Sant’anna ainda está presente. Ele não só marcou gerações, como ajudou a elevar a dublagem brasileira ao nível de arte. Então, se um dia você se pegar rindo de uma piada do Homer ou de um plano falho do Patolino, lembre-se: tudo isso foi obra desse mestre da voz

E Por Hoje é Só Pessoal…

A dublagem brasileira é um verdadeiro patrimônio cultural, e dubladores como Waldyr Sant’anna, Marcelo Gastaldi, Cecília Lemes e Garcia Júnior são prova viva disso! Suas vozes marcaram gerações, transformando personagens estrangeiros em figuras icônicas da nossa infância e vida adulta. Cada risada com o Homer, cada aventura com o Chaves, cada bronca da Chiquinha e cada grito heroico do He-Man só foram possíveis graças ao talento e dedicação desses gigantes da voz. Sem eles, nossas séries e desenhos favoritos jamais teriam o mesmo impacto.

Agora queremos saber de você! Qual desses dubladores marcou mais a sua vida? Tem alguma frase icônica que te faz lembrar deles imediatamente? Conta pra gente nos comentários e compartilhe essa matéria com aquele amigo que sempre imita a voz do Homer ou que sabe de cor as falas do Chaves! Vamos celebrar juntos esses mestres da dublagem que deram voz às nossas melhores memórias! 🎤🎬

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