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Videogames e memória: 3 motivos para colocar os avós no jogo

Seus pais ou avós já te olharam torto enquanto você zerava um RPG de 100 horas e soltaram aquele clássico: Videogames não te levam a lugar nenhum? Pois bem, prepare-se para esfregar esta matéria na cara deles com orgulho nerd! Videogames e memória têm uma relação muito mais forte do que se imaginava, e a ciência agora está do nosso lado. Estudos provam que, além de pura diversão, os games podem melhorar a memória, manter a mente afiada e, de quebra, transformar nossos avós em verdadeiros gamers. Quem diria, hein?
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Videogames e memória: como jogar pode turbinar o cérebro dos avós

Videogames e memória: como jogar pode turbinar o cérebro dos avós – Seus pais ou avós já te olharam torto enquanto você zerava um RPG de 100 horas e soltaram aquele clássico: Videogames não te levam a lugar nenhum? Pois bem, prepare-se para esfregar esta matéria na cara deles com orgulho nerd! Videogames e memória têm uma relação muito mais forte do que se imaginava, e a ciência agora está do nosso lado. Estudos provam que, além de pura diversão, os games podem melhorar a memória, manter a mente afiada e, de quebra, transformar nossos avós em verdadeiros gamers. Quem diria, hein?

Videogames e memória: como jogar pode turbinar o cérebro dos avós

Você, nerd jovem e descolado, com certeza já ouviu seus pais ou avós falando: Videogame não leva a nada! ou Sai desse jogo e vai estudar!. Pois bem, segurem essa, geração analógica: a ciência acaba de provar que não só videogame dá futuro, como também ajuda na memória, na saúde mental e ainda pode unir gerações!

Se você sempre quis ver seu avô mandando um Hadouken, sua avó zerando um jogo de plataforma, ou seu pai finalmente entendendo o que é um respawn sem fazer cara de confusão… continue lendo, porque essa matéria vai mudar sua vida e a deles!

Entendendo a outra geração: por que videogame era visto como perda de tempo?

Para convencer os mais velhos a jogarem, precisamos primeiro entender de onde vem essa ideia de que videogame não dá futuro. Lá nos anos 60 e 70, ter uma televisão em casa já era um luxo. Quem dirá um videogame! O entretenimento da época era sair para jogar bola, brincar na rua ou ouvir rádio. Quando os primeiros consoles chegaram, como o Atari nos anos 80, ainda eram caros e vistos como brinquedos de criança. Quem já era adulto nessa época simplesmente não teve a chance de crescer jogando.

Além disso, o conceito de trabalho e sucesso era bem diferente. Os pais e avós de hoje cresceram ouvindo que um bom emprego vinha de muito estudo e esforço, e que diversão demais era sinal de preguiça. A mentalidade era: Trabalhe duro agora para aproveitar na aposentadoria—o que faz sentido, mas não levava em conta que um hobby como os videogames poderia, na verdade, ajudar a mente a continuar ativa e saudável na velhice.

Agora, décadas depois, os tempos mudaram. Estudos mostram que o cérebro precisa ser estimulado constantemente para evitar o declínio cognitivo, e os videogames fazem isso de uma maneira divertida e envolvente. Mas, para essa ideia entrar na cabeça da vovó e do vovô, é preciso paciência. E muita paciência! Afinal, estamos falando de aprender algo completamente novo, e tirar uma crença limitante da mente de alguém não acontece da noite para o dia.

Então, se sua avó precisa de 50 tentativas para passar da primeira fase do Mario ou seu avô erra todos os botões no controle do PlayStation, lembre-se: você também não nasceu sabendo jogar. Assim como eles tiveram paciência para te ensinar a andar, comer e até a segurar um lápis, agora é sua vez de retribuir. Empatia é a chave para transformar esse momento em algo divertido, e, quem sabe, criar um novo hábito em família.

1. A Medicina está do nosso lado caros nerds…

Graças à medicina avançada e todos os mestres da sabedoria, já temos bastante pesquisas e estudos importantes sobre memória, ajudando muita gente de todas as idades. Já sabemos que o cérebro amplia e se exercita cada vez que o estimulamos, principalmente com coisas novas – e isso para os mais velhos é essencial.

Universidade da Califórnia

  • Pesquisa: Um estudo realizado pela Universidade da Califórnia (Estados Unidos) revelou que jogos de estratégia, como xadrez e Go, podem melhorar significativamente a função cognitiva em idosos.
  • Como foi feito: Os pesquisadores acompanharam um grupo de idosos com idades entre 60 e 80 anos. Metade do grupo jogou jogos de estratégia por um determinado período, enquanto a outra metade não jogou. Ao final do estudo, o grupo que jogou apresentou melhoras significativas na capacidade de tomar decisões, resolver problemas e realizar multitarefas.
  • Por que funciona: Jogos de estratégia exigem que os jogadores pensem à frente, planejem seus movimentos e avaliem as consequências de suas ações. Isso estimula diversas áreas do cérebro, fortalecendo as conexões neurais e aumentando a capacidade cognitiva.

Universidade de Montreal

  • Pesquisa: Uma pesquisa da Universidade de Montreal (Canadá) mostrou que jogos de plataforma, como Super Mario, podem aumentar a massa cinzenta do cérebro, especialmente na região do hipocampo.
  • Como foi feito: Os pesquisadores utilizaram ressonância magnética para analisar o cérebro de um grupo de pessoas antes e depois de jogarem Super Mario por um período. Eles descobriram que o jogo aumentou a massa cinzenta no hipocampo, área fundamental para a memória e a orientação espacial.
  • Por que funciona: Jogos de plataforma exigem que os jogadores explorem ambientes complexos, memorizem mapas e planejem rotas. Isso estimula o hipocampo, fortalecendo a memória e a capacidade de se orientar no espaço.

Estudo da Universidade de York

  • Pesquisa: Um estudo da Universidade de York (Reino Unido) revelou que jogos 3D, como os de realidade virtual, podem melhorar a memória espacial em pessoas de todas as idades.
  • Como foi feito: Os pesquisadores realizaram um experimento em que os participantes jogaram um jogo 3D em um labirinto virtual. Eles descobriram que o jogo melhorou a capacidade dos participantes de se lembrarem de rotas e de se orientarem em ambientes complexos.
  • Por que funciona: Jogos 3D exigem que os jogadores criem mapas mentais dos ambientes em que estão inseridos. Isso estimula a memória espacial e a capacidade de navegação.

Videogames aprovados por profissionais da saúde

  • Neurocientistas explicam que os jogos ativam partes do cérebro que mantêm a mente afiada, tipo um buff permanente de cognição.
  • Geriatras garantem que jogar pode ser uma forma eficaz de prevenir o declínio cognitivo (ou seja, Tetris é mais forte que qualquer poção de sabedoria!).
  • Psicólogos apontam que videogames aliviam o estresse e aproximam as famílias. Imagine a vovó mandando GG EZ no final da partida!

2. Jogos unem gerações: de De Volta para o Futuro ao Modo Cooperativo da vida real

Se tem uma coisa que Hollywood nos ensinou, é que juntar gerações pode render momentos épicos. Marty McFly precisou viajar no tempo para entender os dilemas do pai em De Volta para o Futuro, mas você só precisa ligar um console e entregar um controle pro seu avô! E se ele reclamar que não entende essas coisas, lembre-se de que ele já sobreviveu a fitas cassete, telefones de disco e ao trauma de rebobinar VHS antes de devolver na locadora. Ou seja, aprender um joguinho novo? Moleza.

Agora imagine só: você e sua avó enfrentando zumbis juntos, como se fossem Joel e Ellie de The Last of Us, ou seu avô dando risada enquanto tenta sobreviver no Fall Guys. O melhor dos games não é só a competição, mas a parceria. É o modo cooperativo da vida real! E se um deles disser Isso é só brincadeira!, lembre-os de que eles também tiveram as brincadeiras deles—e cá entre nós, ficar horas no dominó ou apostando corrida de tampinha na calçada não é muito diferente de zerar Mario Kart com a família toda.

E não pense que os jogos só aproximam a família na hora da diversão. Estudos mostram que idosos que jogam se sentem mais conectados com os mais jovens, além de ficarem mais engajados socialmente. Pense no World of Warcraft, onde alianças improváveis surgem para enfrentar um inimigo em comum. No seu caso, o boss final pode ser a dificuldade inicial deles, mas com paciência e respawn infinito de tentativas, logo eles estarão jogando como verdadeiros veteranos.

E vamos falar sério: não existe nada mais épico do que ver seu avô mandando um GG, EZ depois de ganhar no Street Fighter. Então, da próxima vez que for jogar, não vá sozinho. Chame os avós, os tios, até aquele primo que só joga Candy Crush. Porque videogame não é só entretenimento—é conexão, nostalgia e, acima de tudo, a melhor forma de criar memórias dignas de um verdadeiro save point na vida! 🎮🔥

3. A zoeira (e as risadas) não têm idade! 😂🎮

Se tem algo que une qualquer geração, é dar boas risadas juntos. E nada proporciona mais momentos hilários do que ver seu avô tentando entender Minecraft ou sua avó descobrindo que dá para trollar os netos no Mario Party. E acredite, isso não é só diversão: estudos comprovam que dar boas gargalhadas melhora a qualidade de vida, fortalece a memória e até aumenta a independência dos mais velhos. Basicamente, rir é o melhor power-up da vida real!

Os videogames têm esse poder mágico de transformar qualquer sessão de jogo em um verdadeiro stand-up comedy. Lembra das trapalhadas do Esqueceram de Mim? Agora imagina isso no Overcooked, com sua avó jogando cebola no chão enquanto o vovô tenta apagar um incêndio na cozinha virtual! E segundo pesquisadores da Universidade de Loma Linda, rir ativa partes do cérebro ligadas à memória e ao aprendizado, então cada gargalhada pode ser um XP extra para a mente dos nossos velhos sábios.

E não para por aí! Pense no quão incrível seria ver seu avô tentando fugir da polícia no GTA ou sua avó aprendendo a construir no The Sims e criando uma mansão melhor que a sua! Jogos como esses exigem estratégia, tomada de decisões rápidas e até um pouco de malícia – habilidades que estimulam o cérebro e ainda deixam os idosos mais confiantes e independentes. Afinal, depois de gerenciar uma cidade no SimCity, pagar boletos na vida real fica moleza!

No final, todo mundo se diverte, fortalece os laços e descobre que não importa a idade: jogar junto sempre vai ser uma experiência épica digna de maratonar com pipoca. 🍿🎮🔥 E se os avós ainda estiverem na dúvida, só diga que cientistas já provaram que rir e se divertir fazem bem para a saúde. Se a ciência aprova, quem somos nós para discordar? 😆

Colocar os avós para jogar videogame pode ser uma estratégia divertida e eficaz para melhorar a saúde cognitiva e emocional deles. Estudos mostram que jogos como os de ação ou quebra-cabeça podem aumentar a massa cinzenta do cérebro, melhorar a memória espacial e até mesmo reduzir o risco de doenças neurodegenerativas, como o Alzheimer. Além de os ajudarem a manter a mente afiada, esses jogos promovem a interação social, proporcionando momentos de lazer com a família e criando novas oportunidades de conexão entre gerações.

Portanto, se você quer fortalecer o vínculo com seus avós enquanto cuida da saúde mental deles, pode ser uma boa ideia colocá-los para se divertir com um videogame. Além de desafiá-los mentalmente, você estará criando memórias afetivas preciosas. E por hoje é só, meus caros nerds empáticos.

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