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🦸‍♀️ Vanessa Kirby: da realeza de The Crown à revolução invisível do MCU

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Vanessa Kirby: a mulher que trocou a coroa por um escudo de força e mudou o jogo no MCU

🌈 A nova era das super-heroínas chegou, e atende pelo nome de Vanessa Kirby.

A Mulher Invisível que chegou para ser vista: um mix de realeza, pancadaria intergaláctica e empoderamento com glitter cósmico.

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🕹️ Se a gente pudesse voltar no tempo com um DeLorean e contar pra nossa versão de 1994, assistindo Super Gatinhas na Sessão da Tarde, que uma princesa da Netflix ia virar a super-heroína grávida mais poderosa da Marvel… ninguém ia acreditar. Mas, graças às maravilhas do multiverso e do empoderamento feminino, Vanessa Kirby veio para mostrar que ser invisível é coisa do passado — e que heroína boa também sente dor, carrega filho no colo e ainda enfrenta vilão intergaláctico com dignidade e gloss.

📼 Numa vibe She-Ra encontra Matrix, com pitadas de Nikita e aquele toque de Heart of Glass da Blondie tocando ao fundo, essa matéria é um passeio de roller girl pelos altos e baixos da vida e carreira dessa mulher que saiu do teatro shakespeariano para virar um nome que toda nerd feminista vai tatuar no coração: Vanessa Kirby. Pega sua fita cassete, meus caros amigos, que o tour começou!


🎭 De Wimbledon ao Multiverso: a jornada intensa de Vanessa Kirby

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Nasceu em Wimbledon (sim, o bairro chique do tênis), filha de médico e editora de revista, e mesmo com toda essa classe britânica, Vanessa Kirby não teve caminho fácil. Foi rejeitada pela LAMDA, uma das maiores escolas de teatro do Reino Unido, e ao invés de se desesperar, foi passar um ano na África do Sul ajudando pacientes com HIV. Quem precisa de palco quando se começa a vida ajudando a salvar o mundo, né?

De volta à Inglaterra, entrou na University of Exeter e dominou o teatro com uma força digna de Joana d’Arc versão punk. Logo brilhou nos palcos com peças como Ghosts e Sonhos de Uma Noite de Verão, ganhando prêmios e os olhares da crítica. Era como se a Hermione de Harry Potter tivesse saído dos livros e virado atriz: nerd, dedicada e zero tempo pra drama bobo.

Sua ascensão meteórica veio com The Crown, onde interpretou a Princesa Margaret com tanta intensidade que a gente quase torcia mais por ela do que pela rainha. A atuação rendeu um BAFTA e uma indicação ao Emmy, e provou que ela tinha mais brilho que o colar de diamantes da monarquia britânica. E ali já dava pra ver: Kirby não era feita pra papéis pequenos.

Do drama real ao realismo mágico do MCU, Kirby está sempre se reinventando. Ela não entra em cena — ela toma a cena. E foi com essa mesma ousadia que chegou ao papel de Sue Storm, trazendo com ela um furacão de emoções, ciência e barriga de grávida de arroz (!), como veremos a seguir.


🤰 Sue Storm grávida, poderosa e zero boazinha: o MCU ganhou uma nova rainha

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A Mulher Invisível de Vanessa Kirby é grávida, sim. E poderosa. E emocionalmente complexa. E sim, ela também sente dor nas costas. Afinal, segundo a própria atriz, carregar a barriga de arroz nas filmagens foi mais difícil que sua gravidez real. Se isso não é método de atuação nível Kramer vs. Kramer, não sei o que é.

Kirby usou sua própria experiência com a maternidade para dar vida à Sue Storm. Segundo ela, a personagem ganhou novas camadas emocionais porque, pela primeira vez no MCU, vemos uma super-heroína lutando com e por um filho — e isso muda tudo. Lembra da Sarah Connor em O Exterminador do Futuro 2? É nesse nível de intensidade. Mãe, mas sem perder a mão do soco.

Ela também mergulhou em física quântica (!) para entender os poderes da personagem. Não se contentou com o básico. Queria saber como o escudo de força funcionava de verdade, o que é quase como assistir Cosmos com Carl Sagan depois de um energético duplo. Kirby é dessas.

E talvez o melhor: ela não quis fazer a mãe doce da história. Ela quis trazer a Malice, versão sombria da Sue dos quadrinhos, à tona. Isso é tipo se a Sandy dissesse chega e virasse a Elektra. E o melhor: tudo isso com a benção dos roteiristas.


🥹 Chorando com Wanda, lutando com She-Hulk: Vanessa Kirby e o MCU das emoções reais

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Em uma entrevista, Kirby confessou ter chorado ao ver Wanda matando Visão em Guerra Infinita. E não foi choro técnico não, foi choro de verdade, de fã. Disse que aquela cena mostrou a força emocional que o MCU é capaz de entregar — e isso se refletiu diretamente na forma como ela construiu Sue.

Enquanto muitos atores entram no universo Marvel falando de músculos e efeitos visuais, Kirby fala de emoções, decisões difíceis e sacrifício. Sue Storm não é uma super-heroína porque tem poderes, mas porque segura a barra com o coração na mão. E isso é mais poderoso que qualquer escudo de vibranium.

A relação com Reed (Pedro Pascal) também é centrada em parceria, não romance clichê. Kirby deixou claro que queria retratar um casal real, que se apoia em meio ao caos. Um pouco como os pais da Raven em Os Jovens Titãs, só que com menos possessão demoníaca.

Vanessa está abrindo um novo tipo de protagonismo feminino no MCU: a mulher que sente, pensa, protege, luta e ainda bota um filho no mundo. E faz tudo isso com classe britânica e um top reforçado.

👩‍🎤 Estilo, poder e pancadaria: um rolê completo pelo multiverso Kirby

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Vanessa já foi princesa, já lutou ao lado de Tom Cruise, já entregou Shakespeare no teatro — e agora entrega física quântica com bebê a bordo. Isso é o que a gente chama de multitalento, ou como diria a Madonna nos anos 80: Express yourself, don’t repress yourself.

Sua estreia em blockbusters veio com Missão Impossível – Efeito Fallout, onde ela provou que dá pra ser letal e elegante ao mesmo tempo. Depois brilhou em Hobbs & Shaw, onde bateu em meio mundo com uma maquiagem impecável. Já dizia Cher: Women are the real superheroes, honey.

Ela também estrelou o clipe de The Heart Never Lies, da banda McFly, muito antes de virar a queridinha da Marvel. E entre um tapa na cara da monarquia e um soco no Doutor Destino, ela ainda arruma tempo pra apresentar podcast sobre espiãs reais. Alô, Natasha Romanoff?

Essa pluralidade faz dela a Sue Storm ideal: feminina sem ser frágil, sensível sem ser submissa, poderosa sem pedir desculpas. Uma heroína 100% retrofuturista — como se Tina Turner fosse parar em Wakanda.


💿 Por hoje é só, pessoal… Mas não se esqueçam de VANESSA KIRBY!

E assim, no melhor estilo He-Man no final do episódio: aprendemos que ser invisível não é o mesmo que ser irrelevante. Pelo contrário — Vanessa Kirby mostrou que por trás de cada mulher subestimada pode existir uma super-heroína prestes a explodir de amor, ciência, poder e risadas.

Agora é com você: se empolgou com esse tour pelo multiverso Kirby? Manda esse texto pra amiga nerd, compartilha com o crush cinéfilo e posta com orgulho aquele meme Mulher Invisível, Porque o MCU tá mudando — e a nova era é feita com brilho, força e, claro, glitter quântico. 💖

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