DRM no Resident Evil 4 Remake
A polêmica sobre o impacto do DRM no Resident Evil 4 Remake ganhou novos capítulos técnicos após uma análise detalhada da Digital Foundry.
Segundo o relatório publicado nesta tarde, a implementação de um novo sistema anti-tamper pela Capcom está gerando um estresse adicional desnecessário no hardware dos jogadores de PC.
Impacto técnico e gargalo de processamento
A perícia técnica confirmou que o software de proteção está consumindo até 15% a mais de recursos da CPU em comparação com versões anteriores ou builds sem a proteção ativa.

Esse aumento não se traduz em melhorias visuais ou de jogabilidade, servindo exclusivamente como uma camada de segurança que, na prática, acaba prejudicando o desempenho para o consumidor legítimo.
Instabilidades em processadores de entrada
O cenário é ainda mais preocupante para quem possui máquinas com hardware de entrada ou intermediário. De acordo com a análise, a nova tecnologia causa instabilidades severas e quedas bruscas de frames. A flutuação no tempo de renderização dos quadros (frametime) torna a experiência menos fluida, especialmente em áreas do jogo que já exigem muito do processamento central.
Histórico de problemas com anti-pirataria
Não é a primeira vez que a Capcom enfrenta críticas por conta de suas soluções de segurança no PC. Títulos anteriores, como Resident Evil Village, também sofreram com problemas de performance causados por implementações de DRM que entravam em conflito com a otimização do motor gráfico RE Engine.

Até o momento, a desenvolvedora não se pronunciou sobre possíveis patches para mitigar o impacto no Resident Evil 4 Remake.
Fonte: gamevicio.com
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