Nioh 3 Digital Foundry
Nioh 3 acaba de passar pelo crivo técnico da Digital Foundry, e os resultados apontam que o novo título da Team Ninja enfrenta sérios desafios para extrair o potencial do PS5 e do PS5 Pro. Embora a jogabilidade refinada continue sendo o pilar da franquia, a análise destaca que a utilização de uma engine considerada defasada compromete a experiência visual e a estabilidade técnica esperada para a atual geração.
Conteúdo
Engine datada e limitações no hardware da Sony
Segundo o relatório detalhado, Nioh 3 apresenta inconsistências visuais que remetem a títulos de transição de gerações passadas. No PS5 base, a resolução oscila drasticamente para manter a fluidez, enquanto no PS5 Pro, mesmo com o poder extra do PSSR, o jogo falha em entregar texturas de alta definição e iluminação condizente com os padrões de 2026. A Digital Foundry enfatiza que o motor gráfico parece ter atingido seu limite, resultando em cenários com poucos detalhes e problemas de pop-in.
O impacto na performance e na experiência do jogador
Para os entusiastas de performance, a situação é mista. Embora o combate de Nioh 3 permaneça responsivo, as quedas de frames em momentos de alta densidade de efeitos de partículas são notáveis. A análise sugere que a Team Ninja priorizou a mecânica em detrimento da evolução estética, o que levanta questionamentos sobre a longevidade técnica do título em comparação com outros RPGs de ação contemporâneos que utilizam motores mais modernos como a Unreal Engine 5.
O veredito técnico da Digital Foundry
Em suma, a estreia de Nioh 3 no ecossistema PlayStation mostra que o talento artístico do estúdio ainda brilha, mas é ofuscado por uma infraestrutura técnica que pede renovação urgente. Para quem busca perfeição visual, o jogo pode decepcionar, mas continua sendo uma peça fundamental para os fãs de desafios intensos e sistemas de combate profundos.
Fonte: gamevicio.com
Qual a sua opinião?