.hack//Z.E.R.O.
O aguardado .hack//Z.E.R.O. foi oficialmente anunciado como o mais novo capítulo da lendária franquia de RPG de ação, marcando o fim de um hiato de mais de uma década desde o último título principal da série. Revelado para celebrar o 30º aniversário da CyberConnect2, o projeto promete ser um ponto de virada tanto para a narrativa quanto para a estrutura de produção da empresa japonesa.
O renascimento de “The World”
Diferente dos lançamentos anteriores, que eram publicados pela Bandai Namco, .hack//Z.E.R.O. será o primeiro grande título da série totalmente autopublicado pela CyberConnect2. Embora a detentora da marca tenha concedido permissão para o uso da propriedade intelectual, todo o planejamento, desenvolvimento e distribuição ficarão sob a responsabilidade criativa do estúdio liderado por Hiroshi Matsuyama. Segundo o CEO, o título reflete a intenção de “recomeçar .hack do zero”, oferecendo uma experiência moderna que equilibra a dualidade entre o mundo real e o MMORPG fictício conhecido como “The World”.
Produção de luxo e trilha sonora épica
Para elevar a imersão desta nova jornada, a CyberConnect2 confirmou a colaboração de talentos de peso. A trilha sonora será composta pelo renomado violinista japonês Taro Hakase, cujas melodias prometem dar o tom emocional e épico que a franquia exige. O trailer de anúncio, produzido pelo aclamado estúdio Kamikaze Douga, trouxe o primeiro vislumbre estético do jogo, embora detalhes específicos sobre a jogabilidade e as plataformas exatas ainda não tenham sido totalmente detalhados — embora o foco sejam os consoles domésticos de última geração.
Um novo marco para os JRPGs
Desde .hack//Link, lançado em 2010 para o PSP, os fãs aguardavam por uma continuação que expandisse o rico lore transmídia da série. Com .hack//Z.E.R.O., o estúdio pretende não apenas resgatar os veteranos que acompanharam a saga de Kite e Haseo, mas também atrair uma nova geração de jogadores interessados em narrativas que exploram as consequências psicológicas e sociais da realidade virtual. O lançamento é visto como um movimento ambicioso que consolida a independência da CyberConnect2 no cenário global de desenvolvimento.
Fonte: eurogamer.pt

Qual a sua opinião?