Final Fantasy VII Remake Part 3
Final Fantasy VII Remake Part 3 é um dos projetos mais aguardados da indústria dos games, e as notícias mais recentes indicam que a Square Enix está pronta para romper com a tradição de exclusividade da série. Segundo informações colhidas de fontes como o PSX Brasil e entrevistas recentes do diretor Naoki Hamaguchi, o terceiro capítulo da trilogia não apenas já possui um título definido internamente, como também está sendo desenvolvido com um foco agressivo em acessibilidade multiplataforma.
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A transição para um modelo onde o jogo chegará simultaneamente (ou em janelas muito próximas) para PlayStation 5, Xbox Series X|S, o sucessor do Nintendo Switch e PC, marca uma mudança significativa na postura comercial da Square Enix. Essa decisão visa maximizar o alcance do desfecho da jornada de Cloud Strife, garantindo que a conclusão da narrativa iniciada em 2020 atinja o maior público possível em escala global.
A Nova Estratégia Multiplataforma da Square Enix
A confirmação de que Final Fantasy VII Remake Part 3 será multiplataforma veio após um período de incertezas e a divulgação do novo plano de negócios de médio prazo da Square Enix. A empresa decidiu abandonar a dependência de exclusividades temporárias prolongadas com a Sony para focar em lançamentos simultâneos em múltiplos hardwares. De acordo com o diretor Naoki Hamaguchi, o desenvolvimento está sendo conduzido tendo o PC de alta performance como base, permitindo que a equipe escale a qualidade visual para baixo em consoles como o Xbox Series S e o futuro console da Nintendo, sem comprometer a fidelidade das versões de ponta como as do PS5 Pro e computadores entusiastas.
Desenvolvimento em Estágio Avançado e Título Definido
Uma das maiores surpresas reveladas recentemente é que o jogo já está em um estado “totalmente jogável do início ao fim”. Embora isso não signifique um lançamento iminente, indica que a estrutura narrativa e as mecânicas principais estão consolidadas. O foco atual da equipe de desenvolvimento está no polimento técnico, na criação de ativos gráficos de alta fidelidade e na otimização para as diferentes plataformas mencionadas.
Quanto ao nome oficial, Tetsuya Nomura e Naoki Hamaguchi confirmaram que o subtítulo da Parte 3 já foi escolhido. Após reduzirem as opções para dois nomes finais, Nomura deu o veredito. Embora o título ainda não tenha sido revelado ao público, espera-se que ele siga o padrão de palavras iniciadas com “Re” (como Remake e Rebirth), mantendo a coesão da trilogia.
Unreal Engine 4: A Escolha pela Consistência Técnica
Diferente do que muitos fãs especulavam, Final Fantasy VII Remake Part 3 não fará a migração para a Unreal Engine 5. A equipe optou por continuar utilizando uma versão altamente customizada da Unreal Engine 4. Essa escolha foi estratégica: ao manter o motor gráfico já utilizado em Remake e Rebirth, a Square Enix consegue acelerar o processo de desenvolvimento e garantir que o vasto mundo aberto introduzido no capítulo anterior seja expandido sem os gargalos técnicos que uma troca de engine poderia causar no final de uma trilogia.
Hamaguchi explicou que a familiaridade da equipe com as ferramentas da UE4 permitiu criar o que ele chama de “ápice da série”, focando em aprimorar a iluminação, os sistemas de partículas e a densidade dos ambientes. A transição para o Switch 2 e Xbox também se torna mais estável com essa decisão, permitindo que o jogo rode de forma fluida em hardwares variados sem perder a identidade visual que consagrou o projeto.
Expansão de Conteúdo e Retorno de Minigames Icônicos
O sucesso de elementos secundários em Rebirth garantiu que Final Fantasy VII Remake Part 3 traga ainda mais profundidade ao seu conteúdo opcional. O popular jogo de cartas Queen’s Blood receberá uma versão aprimorada e mais poderosa, com novas regras e cartas que refletem o progresso da história. Além disso, o minigame de Snowboard, um clássico do jogo original de 1997, voltará de forma integrada à narrativa, deixando de ser apenas uma distração para se tornar parte essencial de certos momentos da jornada.
A narrativa promete conectar-se diretamente aos eventos do filme Advent Children, servindo como uma ponte emocional e cronológica que fecha todas as pontas soltas criadas pelas mudanças temporais e de destino apresentadas nos dois primeiros jogos. Com a promessa de surpresas no gameplay e um desfecho épico, a Parte 3 está posicionada para ser um dos maiores lançamentos da década.
Considerações sobre o Lançamento e Fontes
Embora uma data oficial ainda não tenha sido marcada, fontes da indústria e o próprio cronograma de desenvolvimento sugerem uma janela de lançamento para o início de 2027, completando o ciclo de três anos entre cada jogo. A PSX Brasil e outros portais especializados reforçam que a Square Enix está monitorando de perto o feedback dos fãs para garantir que a experiência multiplataforma seja impecável desde o primeiro dia.
Fontes consultadas para esta matéria incluem relatórios financeiros da Square Enix, entrevistas de Naoki Hamaguchi ao portal Automaton e coberturas detalhadas do PSX Brasil, MeuPlayStation e Adrenaline.
Fonte: psxbrasil.com.br
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