Cinebiografia de Michael Jackson
A paz na família Jackson parece ter ficado no passado. O espólio de Michael Jackson, liderado pelos executores John Branca e John McClain, rebateu publicamente as críticas pesadas feitas por Paris Jackson, filha do Rei do Pop, sobre a nova cinebiografia do cantor.
Paris entrou com documentos judiciais detonando a gestão do projeto e questionando a transparência financeira dos administradores. A resposta do espólio foi direta: classificaram as queixas como “sem mérito” e acusaram a herdeira de jogar “jogos midiáticos” para distrair de derrotas legais anteriores.
O que Paris Jackson criticou?
A filha do astro não poupou palavras ao descrever o que chamou de “produção malfeita”. Entre os pontos principais da sua reclamação estão:
- Casting Polêmico: Paris chamou de “peculiar e dispendiosa” a escolha de Miles Teller para interpretar o próprio John Branca no filme.
- Refilmagens Caras: Ela alega que o espólio gastou dezenas de milhões de dólares em refilmagens após problemas contratuais impedirem o uso de cenas já gravadas.
- Falta de Envolvimento: Paris desmentiu publicamente atores do filme que sugeriram que ela estaria ajudando no set, afirmando ter “0% de envolvimento”.
A resposta do Espólio
Os advogados do espólio argumentam que seria “irresponsável” não explorar um filme sobre Michael, citando o sucesso de Bohemian Rhapsody. Eles defendem que transformaram um patrimônio falido em um império de US$ 2 bilhões e que Paris já recebeu cerca de US$ 65 milhões em benefícios.
Segundo o espólio, Paris foi convidada para reuniões sobre o filme, mas seus advogados nunca avançaram com os acordos de confidencialidade (NDAs) necessários. A cinebiografia, intitulada Michael, tem estreia prevista para abril de 2026 e traz Jaafar Jackson, sobrinho do cantor, no papel principal.
Você acha que a família deveria ter mais controle sobre como Michael Jackson é retratado no cinema ou o espólio está certo em focar no lucro? Comente sua opinião!
Fonte: ovicio.com.br
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