Epic Games
A Epic Games anunciou nesta terça-feira (24) uma demissão em massa que atinge mais de 1000 funcionários.

O motivo principal, segundo a empresa, é uma queda acentuada no engajamento de Fortnite, que começou ainda em 2025 e forçou a gigante a admitir que está gastando significativamente mais do que arrecada.
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O CEO Tim Sweeney descreveu a situação como “muito dolorosa”, mas necessária para manter a sustentabilidade da companhia. Segundo o executivo, o mercado de consoles está vendendo menos que a geração anterior e a competição pelo tempo dos usuários contra outras formas de entretenimento está cada vez mais difícil.
O fim de modos populares no Fortnite
Além dos cortes de pessoal, que representam quase 25% da força de trabalho da empresa, a Epic confirmou o encerramento definitivo de três modos de jogo que não conseguiram reter uma base sólida de jogadores:
- Ballistic: O modo de tiro tático em primeira pessoa será removido em 16 de abril.
- Palco de Batalha (Festival): O modo PvP musical também sai de cena em 16 de abril.
- Rocket Racing: O jogo de corrida desenvolvido com a Psyonix deixará o Fortnite em outubro de 2026.
Crise financeira e revolta da comunidade
As demissões ocorrem em um momento de extrema tensão com a comunidade. Recentemente, a Epic Games aumentou os preços dos V-Bucks, gerando protestos e ameaças de boicote ao Passe de Batalha. Sweeney revelou que a empresa identificou economias de US$ 500 milhões em marketing e contratações para tentar equilibrar as contas.

Os funcionários afetados receberão pelo menos quatro meses de salário-base e cobertura de saúde. Esta é a segunda grande onda de cortes da empresa, que já havia dispensado 830 pessoas em 2023. O foco agora será otimizar o Fortnite para dispositivos móveis e tentar recuperar a “magia” das temporadas passadas.
Você acha que o Fortnite está perdendo o fôlego ou essa é apenas uma reestruturação necessária para o futuro do metaverso?
Fonte: br.ign.com
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