Nesta segunda-feira (29), a ADOR anunciou a saída de Danielle June Marsh, de 20 anos, do girl group NewJeans. A ação aconteceu sem o conhecimento prévio das demais integrantes do grupo e de Danielle.
Em nota, a empresa integrada a Hybe Corporation justificou:
“No caso de Danielle, ela cometeu atos que violaram o contrato exclusivo. Por exemplo, a assinatura de outros contratos, o envolvimento de atividades de entretenimento de forma independente ou atos que prejudiquem a honra e a reputação do grupo NewJeans constituem violações do contrato exclusivo.
A ADOR solicitou a correção dessas questões, mas, como nenhuma foi realizada dentro do prazo estabelecido, notificamos a rescisão do contrato”.
Os “atos” que levaram à quebra do contrato de exclusividade não foram revelados pela produtora.
O NewJeans havia retornado oficialmente à gravadora da Hybe em 12 de novembro de 2025, menos de dois meses da atual rescisão de Danielle. Mas o grupo está fora dos palcos há mais de um ano, quando a batalha legal entre os membros e a produtora teve início.
Como planejado, ADOR entra com processo de R$ 164 milhões contra Danielle
Além da exclusão, a produtora entrou com uma ação judicial por indenização contra Danielle, um familiar da cantora e Min Hee-jin, ex-CEO da ADOR, no valor de ₩ 43.1 bilhões (aproximadamente R$ 164 milhões).
Não há informações da penalidade individual da jovem cantora. E, sobre a adição da antiga gestora no processo judicial, a agência de talentos discorreu que Min Hee-jin têm uma “responsabilidade significativa” na origem da disputa, na saída do NewJeans e no atraso de seu retorno.

Rescisão atinge estrutura do NewJeans
A falta de comunicação da gravadora pode repelir, ainda mais, a confiança das integrantes do NewJeans. Kim Min-ji encontrava-se em “uma negociação amigável” com a ADOR, mas a situação pode mudar com a retirada de Danielle sem aviso prévio.
Até o momento, demais membros; Hanni Pham, Kang Haerin e Lee Hyein, não mudaram suas decisões em permanecer com a produtora.
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