Olá Nerds…
O game em questão, é a prova de que o conceito de jogos AAA pode ser aplicado de outra forma, e neste fantástico game, Celeste, pudemos ver seu poderio ao chegar entre os melhores games no ano em seu lançamento, este 8 Bits é muito mais relevante que a maioria dos jogos 4k que vemos hoje.

Celeste mostra algo bem relevante que ocorreu em 2018, o domínio Retrô e Indie no 
Enredo
Ao iniciar o game, temos como protagonista Madeleine, uma garotinha que sai em uma árdua jornada buscando escalar a Montanha Celeste. Nossa protagonista, tem alguns “tons mentais” de uma pessoa egoísta, e quer mostrar seu valor a todos, escalando a montanha sem precisar da ajuda de ninguém, porém quesitos de ansiedade e pânico também estão presentes em nossa personagem, bem como a influência “sobrenatural” de tal montanha em mostrar algumas realidades ao escalador; e para subi-lá, Madeleine deverá superar seus medos, transpor desafios e sair de seu labirinto mental, deixando com que a verdadeira protagonista ignore aqueles que dizem que uma garotinha nunca seria capaz de tal feito.
Mas existe algo maior em Celeste, algo que nos leva a refletir, pensar sobre quem Madeline é, porque subir a montanha, porque muitas ações fazem pontos “mentais” da personagem se exteriorizar (como a cor de seus cabelos) e porque ao decorrer do game vemos que a realidade e os sonhos estão divididos por uma linha quase imperceptível.
Jogabilidade
Celeste é um game de plataforma, porém seu foco maior não é em andar para a direita, mas sim, em escalar, em subir. Cada tela é um obstáculo diferente para ser passado, sendo que, a cada tela passada, o gamer se sentirá um jogador fantástico, já que, superar os desafios traz uma grandiosa satisfação, tudo por conta do alto grau de dificuldade do jogo, e mesmo assim, joga-lo é extremamente divertido e um verdeiro teste de paciência.
Cada pulo, dash ou mesmo o andar deve ser friamente calculado e avaliado, muitos puzzles e inimigos na tela irão render muitíssimas mortes, boa parte delas proveniente do stress, mas com toda a certeza, todas as habilidade gamer do player serão utilizadas aqui, e cada grande obstáculo superado irá dar um ânimo maior para que a jornada seja continuada.
Audiovisual
Aqui, recebemos um game clássico em 8 bits, que quando você olha para ele, pensa que ele será mais do mesmo. Porém, suas cores, detalhes em pixels, detalhes climáticos, carisma e capricho neste aspecto, fazem com que o game se torne muito bem visto em seu estilo gráfico específico. Lembrando que Celeste rompe barreiras do preconceito onde um game de gráficos “simplórios” chega ao topo e entra pra história como um dos melhores de todos.
Os sons são imersivos e realmente levam o player a localidade do jogo, seja em nevascas, vendaval ou em climas mais tensos em lugares fechados, podemos ver a grandeza do game. As vozes dos personagens são meros tons sonoros que remetem a resmungos, algo estranho, mas interessante.
Dificuldade
Até para os mais exímios jogadores, Celeste faz com que o player sinta-se um perdedor, o fato de ter uma temática Retrô faz com que, automaticamente, o jogo tenha um nível de dificuldade acima da média. Os controles são extremamente precisos, e isso é ótimo, porém faz o jogador perder muitas vidas por conta da sensibilidade e dos adventos de cada tela; e essa é pior parte desse jogo, ele vai mostrando quantas vezes você já morreu e a cada vez que o jogador olha para esse número, a palavra “loser” vem a mente.
Trailer




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