God of War: Laufey
Os jogadores que esperam encontrar divindades amigáveis em God of War: Laufey podem se preparar para o pior. Cory Barlog, chefe criativo do Santa Monica Studio, revelou que os deuses presentes no novo game serão extremamente egoístas e difíceis de lidar.
O Everywhen e a reunião de deuses egoístas
A trama de God of War: Laufey se passará principalmente no Everywhen (ou Todo-Tempo), o misterioso pós-vida reservado exclusivamente para as divindades que já morreram. No entanto, longe de ser um paraíso de descanso eterno, o local funciona como uma verdadeira prisão de egos.
Em entrevista ao IGN, Barlog foi direto ao definir as entidades que habitam essa dimensão:
“Todos são babacas.”
Como uma ilha de bilionários
Para ilustrar a convivência caótica no Everywhen, o diretor fez uma comparação bastante curiosa com o mundo real:
- A analogia: Imagine uma ilha isolada habitada apenas por bilionários.
- O conflito: Embora pareça o cenário ideal, o excesso de poder e ego faria com que todos brigassem entre si constantemente.
- A realidade: Os deuses estão presos em um eterno estado de conflito e ressentimento mútuo.
Durante a revelação do jogo, figuras como a deusa egípcia Sekhmet e o deus mongol da guerra Begtse já demonstraram extrema hostilidade logo no primeiro contato com Faye. A protagonista precisará navegar por este ambiente hostil enquanto busca uma forma de proteger Kratos e Atreus.
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Fonte: Google News
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