Axl Rose: 62 Anos de Porrada no Microfone e Rock’n’Roll sem Limites
No dia 6 de fevereiro foi o dia dele… do senhor Axl Rose! Sim, hoje ele é oficialmente um senhor, mas, no auge dos seus 62 anos, ainda tem o mesmo entusiasmo de sempre. Se você não sabe de quem estamos falando, talvez você nem seja deste planeta! Porque, convenhamos, Axl Rose foi um dos nomes mais comentados do final dos anos 80 e começo dos 90. Com aquele sorrisão, uma voz inconfundível e uma cabeleira de dar inveja, ele conquistou uma legião de fãs. Ah, e claro, sua fama de briguento também não ficava para trás!

Axl Rose está fazendo 62 anos, e o mundo do rock está oficialmente em modo festa de rockstar! O cara, que tem a energia de um Super Saiyajin no ápice da transformação, o líder do Guns N’ Roses, a banda que nunca vai sair da nossa playlist. Se você acha que 62 é a idade do fim de carreira, Axl provavelmente vai te olhar com aquele sorriso desafiante, como se fosse o Bruce Willis em Duro de Matar. E, honestamente, ninguém manda no tempo de um rockstar. Entre seus gritos ferozes e o jeitão de quem atravessa qualquer cena com sua guitarra como se fosse o Wolverine da música, Axl tem mostrado que a juventude eterna no rock existe, sim. Hoje é dia de celebrar como um bom rock’n’roll: com atitude, caos e muitas palmas para quem vive para destruir os limites. Afinal, é dia de festa de rockstar, baby!

Para quem viveu aquela época dourada do rock, isso não é novidade. Afinal, o lema era sexo, drogas e rock ‘n’ roll, e nosso aniversariante do dia seguiu à risca o manual do heavy metal. Mas será que ele realmente envelheceu? Ou ele apenas entrou no modo congelamento criogênico, igual ao Capitão América, e acordou só para cantar Welcome to the Jungle nos palcos pelo mundo?
Axl era o crush do momento! Me lembro da primeira vez que vi o Guns N’ Roses na MTV. Eu estava assistindo um programa que não me recordo o nome, mas o Cazé gritava: Na cara, na cara, na cara!!. Sim, adorava os programas do Cazé, um cara inteligentíssimo com um humor duvidoso, mas hilário! E lá estava eu, rindo das piadas dele, quando, de repente, uma batida diferente tomou conta da tela. Um clipe em preto e branco começou a tocar e, nos primeiros acordes, eu já sabia que ia gostar da música e me apaixonar pela banda. Dito e feito! Depois de ouvir Paradise City, fiquei obcecada! Como naquela época não existia Google, no dia seguinte já estava na lendária Galeria do Rock. Hoje, ela é um símbolo da cultura pop, mas naquela época era um verdadeiro templo do rock! Músicos e fãs de todas as tribos circulavam por lá, Marilyn Manson tbm foi conhecer o lugar quando veio no Brasil em 1997 e foi onde comprei minha primeira revista Metal Rock para iniciar minha pasta sobre Guns N’ Roses. Sim, meus caros nerds recém criados , naquela época nós colecionávamos matérias de revista em pastas, porque andar pela Galeria com uma camiseta de banda sem saber tudo sobre ela era perigoso! Os fãs mais apaixonados arrancavam as camisetas dos desavisados… Ah, os anos 90 e seu lado sinistro! Kkkkkk.
Sem mais delongas, vamos falar dos clássicos dessa banda e trazer mais curiosidades sobre o nosso aniversariante do dia. Aumenta o som porque hoje é dia de rock, bêbê!
Infância difícil e refugio na música

Axl Rose, que na verdade se chama William Bruce Rose Jr., nasceu em Lafayette, Indiana, em 1962. Sua infância não foi fácil, cheia de conflitos familiares e dificuldades que ajudaram a moldar sua personalidade explosiva. Praticamente um Wolverine do rock! Seu pai biológico abandonou a família quando ele tinha apenas dois anos, e o relacionamento com sua mãe e padrasto não era nada tranquilo.
Mas como todo grande herói da cultura pop, Axl encontrou um escape em sua jornada: a música. O rock and roll virou seu superpoder, canalizando toda sua raiva e paixão em letras e melodias que atravessaram gerações. Se Freddie Mercury tinha sua capa de rei e Elvis seu topete lendário, Axl imortalizou a bandana e a dancinha do moonwalk invertido.
Como tudo começou…

Vamos voltar para onde tudo começou, porque toda grande saga tem um ponto de partida – seja um jovem fazendeiro de Tatooine descobrindo que tem a Força ou um bando de caras mal-encarados decidindo dominar o mundo do rock com guitarras estridentes e um vocalista de gênio forte.
Lá no distante ano de 1985, quando a galera ainda alugava fitas VHS e os fliperamas eram os templos sagrados dos nerds, um grupo de músicos resolveu unir forças como se fossem os Vingadores do hard rock. Axl Rose (vocais) e Izzy Stradlin (guitarra rítmica) vieram do Hollywood Rose, enquanto Tracii Guns (guitarra solo), Ole Beich (baixo) e Robbie Gardner (bateria) vieram do L.A. Guns. Pegaram os nomes das bandas, misturaram tudo e… PÁH! Nascia o Guns N’ Roses.
Só que, como toda boa história de RPG, o grupo passou por umas trocas de personagens logo no começo. Tracii Guns, que aparentemente tinha um talento especial para faltar aos ensaios, foi substituído por um jovem de cartola e cabelo encaracolado chamado Slash. No baixo, entrou Duff McKagan, e na bateria, Steven Adler, completando assim a formação que viria a conquistar o mundo. E se você acha que as dificuldades acabaram aí, calma lá, padawan, porque ainda tinha muito perrengue pela frente.
Em 1986, a banda decidiu embarcar em sua primeira turnê, a lendária Hell Tour. O nome já deixava claro que a coisa ia ser complicada. No caminho para Seattle – terra que, alguns anos depois, daria ao mundo o Nirvana e o grunge – a van da banda quebrou. E como o Uber ainda não existia e nenhum DeLorean apareceu para salvá-los, os caras tiveram que pedir carona para chegar ao destino. Demoraram dois dias e perderam o primeiro show, o que resultou no cancelamento da turnê. Para piorar, tiveram que vender parte do equipamento para voltar para casa.
Mas como todo bom herói dos anos 80, eles não desistiram! (Imagine aqui um treinamento estilo Rocky com música motivacional ao fundo). Em 1986, lançaram de forma independente o EP Live ?!@ Like a Suicide*, com quatro faixas, entre elas covers de Rose Tattoo e Aerosmith. Era o primeiro passo para o sucesso absoluto.

A virada épica veio em 1987 com Appetite for Destruction. O álbum chegou com tudo, trazendo um rock sujo e visceral que dominaria o planeta. Inicialmente, o clipe de Welcome to the Jungle só passava de madrugada na MTV, como se fosse um episódio proibidão de Beavis and Butt-Head. Mas depois de um empurrãozinho de David Geffen, a música explodiu! E aí vieram os hits Sweet Child o’ Mine e Paradise City, tornando o Guns N’ Roses um fenômeno.
Axl e sua trupe saíram abrindo shows para Iron Maiden e Rolling Stones, mas logo passaram a ser os protagonistas das próprias turnês. Até Clint Eastwood quis um pedaço dessa energia bruta, colocando Welcome to the Jungle em seu filme The Dead Pool (1988), com direito à participação especial da banda.
E assim, em um piscar de olhos – ou melhor, em uma explosão de solos de guitarra e vocais gritados –, Guns N’ Roses deixava de ser um grupo de jovens malucos pedindo carona para virar uma das maiores bandas de rock de todos os tempos. O que vem depois? Mais brigas, mais polêmicas, mais música e… uma eventual ressurreição digna de um super-herói. Mas isso é história para outra parte desse especial.
Então, aumente o som porque hoje é dia de rock, bebê! 🤘
Sexo, Drogas e Rock ‘n’ Roll: O Bug da Vida Rock Star 😵💫🔥

Ah, os anos 80 e 90… aquela época em que o lema sexo, drogas e rock ‘n’ roll”parecia uma side quest obrigatória para qualquer banda de sucesso. E, claro, o Guns foi fundo nessa missão. Mas como qualquer jogador experiente sabe, quando você usa muito um power-up, uma hora vem o efeito colateral.
Axl Rose, nosso frontman de voz poderosa e gênio explosivo, não ajudava muito no clima pacífico da banda. O cara tinha um histórico de tretas que faria até os vilões de Star Wars ficarem com inveja.
Falando em rivalidades épicas, um dos maiores crossovers de treta do rock envolveu ninguém menos que Axl e Kurt Cobain, o lendário vocalista do Nirvana. E olha… brigar com o Kurt Cobain não fazia sentido, mas Axl conseguiu. Ele criticava o grunge e achava que o som do Nirvana não era rock de verdade (que vacilo, né?). Cobain, por outro lado, rebatia com ironia, transformando a rivalidade em uma novela mexicana digna de MTV.
Mas não era só com outros músicos que Axl gostava de causar. Teve um show lendário em St. Louis, em 1991, onde o cara simplesmente PULOU na plateia para bater em um fã. Isso mesmo, o cara saiu do palco, foi pro PVP e depois abandonou o show no meio. Resultado? Um quebra-quebra generalizado e uma reputação de bad boy ainda maior.
Hotéis? Mais Pareciam Fases de Destruição! 💥🏨
E se você acha que as tretas acabavam nos palcos… bom, que nada! Guns N’ Roses também era famoso por transformar hotéis luxuosos em cenários de guerra. As festas eram épicas, com direito a lagos de bebida, paredes destruídas e muito caos digno de um filme de ação dos anos 90. Os funcionários dos hotéis deviam ativar o modo sobrevivência quando viam a banda chegando.
Esse comportamento ajudou a reforçar aquela imagem de rockstar fora da lei que o Guns N’ Roses carregava. Eles eram os anti-heróis do rock, os Deadpools do mundo da música, misturando genialidade com uma pitada (ou um caminhão) de autodestruição.
A Saída de Slash e o Fim da Banda: O Game Over do Guns? 🎸💥

Depois de dominar as paradas, enlouquecer multidões e ser praticamente um cheat code do rock nos anos 90, a parceria entre os membros do Guns N’ Roses começou a dar tela azul. Slash, nosso mago das guitarras e dono dos solos que faziam qualquer um querer pegar uma Les Paul, resolveu dar um “rage quit” na banda em 1996. E olha… foi um momento digno de um final de temporada tensa de série!
Mas antes de Slash pular fora, outros membros já tinham saído, como o baterista Steven Adler e o guitarrista Izzy Stradlin. Só que a saída de Slash foi um verdadeiro game over para o Guns. Afinal, ele não era apenas um guitarrista qualquer, era O guitarrista, responsável por solos icônicos que moldaram o som da banda.
E esse foi, sem dúvida, um dos maiores términos da história do rock! Axl e Slash eram como alma e corpo: um sem o outro simplesmente não fazia sentido. Eles tinham uma química musical absurda, uma energia que transbordava em cada show e clipe. Slash não era só um guitarrista incrível—ele era um verdadeiro rockstar, sempre estampando os videoclipes do Guns com aquele visual icônico, cigarro no canto da boca e Les Paul em mãos.
E se tem dois clipes que mostram o Slash em seu auge absoluto, são November Rain e Don’t Cry. Em November Rain, ele entrega um dos solos mais épicos da história, saindo da igreja no meio do nada, com o vento batendo na cartola, como se fosse um deus do rock. Já em Don’t Cry, temos a cena clássica do carro caindo do barranco depois de uma briga com a namorada. E qual é a expressão dele? Um olhar de tô nem aí pra morrer, vou ser imortal—e, no fim, foi exatamente isso que aconteceu. Slash virou lenda!
Mas por que ele saiu? Bom, não existe um dossiê secreto da SHIELD sobre isso, mas há algumas teorias bem convincentes. Uma delas é que Axl Rose queria transformar o som da banda, deixando aquele hard rock raiz um pouco de lado para experimentar novas vibes musicais—e Slash não curtiu essa DLC. Outra versão sugere que a treta entre os dois já estava digna de um duelo final de anime, com egos do tamanho de um show lotado no Madison Square Garden.
E, sinceramente, que banda conseguiria se manter no topo depois de perder uma peça tão importante? O Guns até tentou seguir com outras formações, mas nunca mais teve aquele mesmo brilho. Era tipo um Vingadores: Ultimato sem o Homem de Ferro... até dava para assistir, mas não era a mesma coisa. Em 2003, a banda acabou oficialmente se separando, soterrada por tretas internas, problemas com substâncias e uma boa dose de caos.
Slash Pós-Guns: Vale a Pena Conferir? 🤘🔥
E se você acha que o Slash parou por aí… tá muito enganado! Depois do Guns, ele montou o Slash’s Snakepit, uma banda que merecia muito mais reconhecimento e um marketing à altura do talento dos caras. Foi um projeto que manteve o espírito do hard rock vivo, mas sem a pressão e os dramas que rolavam no Guns. Além disso, Slash seguiu sua carreira solo com projetos incríveis e até tocou com grandes nomes como Myles Kennedy & The Conspirators.
No fim das contas, Slash fez história, seja com o Guns, com o Snakepit, ou com seu trabalho solo. Se o cara queria ser imortal, missão mais do que cumprida! 🤘🎸
O Legado: Músicas Imortais e Trilhas Sonoras Épicas 🎶🎬
Mesmo com as tretas, o Guns N’ Roses deixou um repertório que marcou gerações e invadiu até Hollywood! Algumas das músicas mais icônicas da banda continuam a ser hinos do rock, além de aparecerem em trilhas sonoras inesquecíveis.
🔥 Sweet Child O’ Mine – Talvez o maior hit do Guns! Essa música com aquele riff inconfundível do Slash embalou romances e foi trilha de vários filmes, incluindo Os Mercenários 2 e Step Brothers.
🔥 November Rain – A balada épica que fez muita gente sofrer por amor nos anos 90. Seu clipe cinematográfico virou um clássico e a música apareceu no filme Grand Theft Parsons.
🔥 Welcome to the Jungle – O hino oficial de qualquer cena de entrada de vilão ou momento badass. Apareceu em Duro de Matar 4.0, Jogos Vorazes e O Lobo de Wall Street.
🔥 Paradise City – “Take me down to the paradise city…” Essa já embalou jogos de futebol, comerciais e até trilhas de games como Guitar Hero e Burnout Paradise.
🔥 You Could Be Mine – Essa entrou para a história ao ser trilha de O Exterminador do Futuro 2, com direito a Arnold Schwarzenegger no clipe! Foi o auge da parceria entre rock e cinema.
Mesmo depois do caos e das separações, o Guns deixou um legado tão forte que suas músicas continuam sendo trilha sonora da vida de muita gente. Então, aumente o volume, vista sua jaqueta de couro e bora reviver esses clássicos! 🤘🔥
Axl Rose: O Último Titã do Rock em sua Jornada Infinita 🎤🔥

Hoje, Axl Rose é um dos últimos grandes titãs do rock clássico ainda na ativa. É como se fosse o Yoda do hard rock: pode até ter ganhado uns fios brancos, mas a Força (do rock) ainda é forte nele. Enquanto houver um palco e um microfone, ele continuará a incendiar multidões com sua energia incomparável.
Então, parabéns, mestre Axl! Que sua voz continue potente, sua bandana sempre ajustada e que você siga nos dando bons motivos para cantar Sweet Child O’ Mine a plenos pulmões. E que venham muitos outros aniversários, porque, como diriam os nerds quarentões de plantão: o rock nunca morre, ele apenas recarrega suas vidas extras!
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